Cidadania e Profissionalidade, UC1, NG Direitos e Deveres DR3, Questionário para visionamento do filme “Diamante de Sangue”

November 24th, 2009

Educação e Formação de Adultos – Secundário Ano lectivo:

 

NOME: ___________________________________________ DATA______________

 

Área de Competência: Cidadania e Profissionalidade

Unidade de Competência 1 Núcleo Gerador: Direitos e Deveres

DR3 (Contexto institucional) TEMA: – Democracia representativa e participativa

 

Questionário para visionamento de filme:

 

Questão 1 – Qual é o título do filme?

Questão 2 – Situe o filme no espaço e no tempo.

Questão 3 – Como se chama o traficante de diamantes interpretado por Leonardo DiCaprio?

Questão 4 – Como se chama o personagem que encontrou o grande diamante rosado e qual é o seu maior desejo?

Questão 5- Como se chama o filho do personagem referido na questão anterior?

Questão 6 – Que métodos são usados pelos rebeldes para converter as crianças em soldados?

Questão 7- Como se chama a jornalista e qual é o seu contributo para o respeito pelos direitos humanos?

Questão 8 – O filme apresenta vários casos de violações de direitos humanos fundamentais.

Escolha três direitos que considere terem sido violados. Fundamente a sua resposta baseando-se em situações exibidas no filme e na sua noção de direitos humanos.

Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Plano de trabalho para Cidadania e Profissionalidade NG Direitos e Deveres DR3

November 24th, 2009

Educação e Formação de Adultos- Secundário       Ano lectivo:

 

NOME: ___________________________________________ DATA______________

 

Área de Competência: Cidadania e Profissionalidade                              

Unidade de Competência 1      

Núcleo Gerador: Direitos e Deveres

DR3 ( contexto institucional)  
TEMA: – Democracia Representativa e participativa
 
Critérios de Evidência:
·        Identificar Direitos Humanos fundamentais;
·        Interpretar direitos através da Constituição da República Portuguesa;Explorar direitos relevantes com a apresentação de propostas de articulação entre  representatividade e participação.

 

PLANO DE TRABALHO

 

1-     Visionamento do filme “Diamante de Sangue”;

2-     Preenchimento do questionário sobre o filme “Diamante de Sangue”;

3-     Ficha sobre os direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa;

4-     Elaboração de um cartaz/ panfleto sobre os direitos e deveres dos consumidores;

5-     Escreva um texto onde explore direitos e apresente propostas de articulação entre representatividade e participação.

Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Cidadania e Profissionalidade UC1 DR3 – Ficha sobre o filme “Tropa de Elite”

October 5th, 2009

Educação e Formação de Adultos (EFA) - Secundário        

NOME: ___________________________________________ DATA______________

 

Área de Competência: Cidadania e Profissionalidade                              

Unidade de Competência 1       

Núcleo Gerador: Direitos e Deveres

DR3 (Contexto institucional)                          

TEMA: – Democracia representativa e participativa

 

 

 

Questionário para visionamento de filme

 

 

Questão 1 – Qual é o título do filme?

Questão 2 – Situe o filme no espaço e no tempo.

Questão 3 – Qual a profissão do narrador e personagem principal do filme?

Questão 4 – Discuta as críticas que o filme faz à sociedade.

Questão 5 – O filme apresenta vários casos de violações de direitos humanos fundamentais. Escolha dois direitos que considere terem sido violados. Fundamente a sua resposta baseando-se em situações exibidas no filme e na sua noção de direitos humanos.

Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Ficha de trabalho com fontes e recursos de pesquisa para Curso de Geriatria (EFA Básico)

September 13th, 2009
Curso de Educação e Formação de Adultos (EFA Nível Básico)
Área de Formação: Trabalho Social e Orientação
Itinerário de Formação: Geriatria
Designação: Agente em Geriatria

Modalidades de desenvolvimento: Educação e Formação de Adultos – Tipologias de nível básico, Formação Modular
Referencial de Formação: 5.2. Formação Tecnológica
Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD)
Velhice – ciclo vital e aspectos sociais (50 horas), Quadro da psicologia evolutiva (50 horas), Saúde da pessoa idosa – cuidados básicos (25 horas), Deontologia e ética profissional (25 horas), Animação – conceitos, princípios e técnicas (50 horas), Animação no domicílio e em Instituições – planificação de actividades (50 horas), Animação no domicílio e em Instituições – técnicas e actividades (50 horas), Psicologia da velhice (50 horas), Saúde da pessoa idosa – prevenção de problemas (50 horas), Higiene da pessoa idosa no domicílio (50 horas), Prevenção e primeiros socorros – geriatria (50 horas), Nutrição e dietética no domicílio (50 horas), Saúde – necessidades individuais em contexto institucional (50 horas), Higiene da pessoa idosa em lares e centros de dia (50 horas), Alimentação da pessoa idosa em lares e centros de dia (50 horas), Animação em lares e centros de dia (50 horas), Patologia e efeitos psicossociais decorrentes da hospitalização da pessoa idosa (25 horas), Saúde mental na 3.ª idade (25 horas), Animação em Instituições de saúde 50 (horas), Animação da pessoa idosa com doença mental (50 horas)
 
Aqui ficam algumas fontes e recursos para pesquisa em algumas áreas de formação tecnológica do curso de agente em geriatria.

 

 

 

 

  • Site da RTP notícias: notícias sobre o papel dos avós, o diálogo entre gerações.
  • “Referencial de Formação – Saída Profissional: Agente em Geriatria” – ANQ (Agência Nacional para a Qualificação).
  • Site da internet com vídeos sobre o envelhecimento: “Genoma Humano – O Mapa do Envelhecimento e da Morte”.
  • “O bem estar da pessoa idosa em meio rural” - trabalho de investigação, publicado na internet, que incide sobre a relação entre as pessoas idosas e o meio ambiente (neste caso de tipo rural) em que vivem.
  • “Envelhecimento e políticas sociais” – estudo publicado na internet que aborda a forma como o idoso é encarado na sociedade actual, as redes sociais de apoio para idosos (lares, centros de dia, centros de convívio, acolhimento familiar, colónias de férias e turismo sénior, termalismo), a vida e o dia-a-dia dos idosos em contexto familiar e em contexto institucional.
  • “Avaliação do ambiente institucional – público e privado: estudo comportamental dos idosos” (autora Mafalda Duarte) – trata a problemática das diferenças entre o quotidiano de idosos institucionalizados em entidades públicas e privadas.
  • “Envelhecimento e qualidade de vida em Portugal: algumas evidências e outras tantas inquietações”, António M. Fonseca, Universidade Católica Portuguesa & Unifai – estudo publicado na internet que desenvolve a temática da vivência do envelhecimento em Portugal e alguns contrastes: “viver em meio rural versus em meio urbano”, “viver na comunidade versus viver numa instituição”.
  • “Envelhecimento e Qualidade de Vida”, Fundação Bissaya Barreto, “Sexualidade no Envelhecimento”, Ana Alexandra Carvalheira, Instituto Superior de Psicologia Aplicada – investigação publicada na internet que trata da sexualidade na pós-menopausa, dos estigmas atribuídos à sexualidade na terceira idade, do modelo de sexualidade dominante e constante valorização da beleza e da juventude, bem como nas vantagens da vivência da sexualidade entre os mais velhos.
  • Plano Nacional de Saúde 2004/2010 – site da internet que aborda as temáticas da saúde, do envelhecimento, da morte, das doenças psiquiátricas, entre muitas outras.
Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Cidadania e Profissionalidade, Direitos e Deveres DR3, Democracia Representativa e Participativa

September 10th, 2009

Educação e Formação de Adultos – Nível Secundário

Programa Novas Oportunidades      

Área de Competência: Cidadania e Profissionalidade    

                          
Unidade de Competência 1      
Núcleo Gerador: Direitos e Deveres
DR3 (contexto institucional)   

TEMA: – Democracia Representativa e participativa

 

Critérios de Evidência:
- Identificar Direitos fundamentais;
- Interpretar direitos através da Constituição da República Portuguesa;
- Explorar direitos relevantes com a apresentação de propostas de articulação entre representatividade e participação.

 

PLANO DE TRABALHO:

1 – Visionamento do filme “Tropa de Elite”;
2 – Preenchimento de um questionário sobre o filme;
3 – Ficha sobre os direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa;
4 – Elaboração de trabalhos de grupo sobre os direitos e os deveres do consumidor e as orientações que uma carta de reclamação deve seguir
5 – Elaboração de uma reclamação a uma entidade que represente os consumidores/cidadãos. A reclamação deverá abordar uma situação que o formando tenha vivido e tenha considerado como digna de reclamação. O formando deve ainda explicitar os passos que se deve tomar, onde e a quem se deve dirigir e ainda, como deve fazer para reclamar.

Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Cursos EFA – Cidadania e Profissionalidade – Núcleo Gerador: Convicção e Firmeza Ética – Domínio de Referência: NG5 – Tema: Valores Éticos e Culturais

March 2nd, 2009

Cursos EFA – Nível Secundário

Cidadania e Profissionalidade

 

Educação e Formação de Adultos – Nível Secundário

Área de Competência: Cidadania e Profissionalidade

Núcleo Gerador: Convicção e Firmeza Ética

Domínio de Referência: NG5

Tema: Valores Éticos e Culturais

Competências: Distinguir as várias hierarquizações de valores, escolher e reter referentes éticos e culturais

Critérios de Evidência: identificar diferentes valores culturais; argumentar e contra-argumentar em contextos de tensão cultural; intervir em contextos de tensão cultural.

 

NOME: ___________________________________________ DATA: ______________

 

 

 

Pirâmide de Maslaw

 

Valores Religiosos:

Divino/Demoníaco

 

Valores espirituais:

Bom / Mau

Justo / Injusto

Belo / Feio

 

Valores úteis:

Caro / Barato

Abundante / Escasso

Necessário / Supérfluo

 

Valores vitais:

São / Doente

Enérgico / Inerte

Forte / Débil

  

Os valores

 

 

“Nem só de pão vive o homem”

 

                                        Moisés

 

 

 

Os valores regem a acção humana

Faz parte integrante do ser humano a tendência para preferir uns objectos em detrimento de outros. A existência humana insere-se num campo de possibilidades e escolhas a que os desejos atribuem maior ou menor preferência, ou aos quais o espírito confere mais ou menos sentido. Escolher uma possibilidade em detrimento de outras é atribuir uma ordem de preferência às coisas. Por exemplo, escolher participar numa angariação de fundos em favor das vítimas do maremoto asiático significa que estamos a atribuir uma grande importância à solidariedade, isto é, que a nossa acção está a ser orientada pelo valor da solidariedade. Os valores fornecem a justificação para as nossas acções.

 

Juízos de valor/ juízos de facto

Estes juízos de valor, que inevitavelmente formulamos na vida quotidiana, distinguem-se dos juízos de facto. Os juízos de facto são descritivos e são verdadeiros ou falsos em função da realidade, independentemente do que as pessoas pensam. Os factos são comprováveis e susceptíveis de um consenso universal. Por seu turno, os juízos de valor nem sempre são independentes das crenças ou gostos de quem os formula. Essa formulação pode ainda revestir um carácter parcialmente normativo quando contém de um modo tácito uma indicação de como devemos avaliar as coisas.

 

Hierarquização dos Valores

Não atribuímos a todos os nossos valores a mesma importância. Na hora de tomar uma decisão, cada um de nós, hierarquiza os valores de forma muito diversa. A hierarquização é a propriedade que tem os valores de se subordinarem uns aos outros, isto é, de serem uns mais valiosos que outros. As razões porque o fazemos são múltiplas.

Exemplo: A maioria da população mundial continua a sofrer graves carências alimentares. Todos os anos morrem milhões de pessoas por subnutrição. Portanto, é natural que na hierarquia dos seus valores destas pessoas a satisfação das necessidades biológicas surja em primeiro lugar.

Polaridade dos Valores

Os nossos valores tendem a organizar-se em termos de oposições ou polaridades. Preferimos e opomos a verdade à mentira, a justiça à injustiça, o bem ao mal, a beleza à fealdade, a generosidade ao egoísmo. A palavra valor costuma apenas ser aplicada num sentido positivo. Embora o valor seja tudo aquilo sobre o qual recaia o acto de estima positiva ou negativamente. Valor é tanto o bem, como o mal, o justo como o injusto.

1. Argumentação contra o relativismo dos valores:

Os valores permanecem de época para época e de cultura para cultura. No entanto, estão sempre sujeitos à mudança, variam no espaço e no tempo.

A partir desta tendência para a mudança podemos concluir que os valores são estritamente relativos a cada cultura e não existe a possibilidade de acordos universalmente válidos? Não. Se todos os valores fossem válidos não poderíamos condenar a escravatura, a tortura ou a pena de morte. Se todos os valores fossem válidos, com que critérios poderíamos dizer que um par de botas vulgar teria mais valor do que a Gioconda de Leonardo da Vinci? Ou ainda, com que legitimidades poderiam a NATO ou a ONU interferir na guerra do Kosovo? De facto, há valores mais válidos e amplos do que outros. Há valores que resistem à variedade de culturas e ao próprio tempo.

Ao analisarmos a Declaração universal dos Direitos do Homem, podemos verificar que há critérios valorativos intersubjectivos fundamentados na realização e integridade da pessoa humana.

2. A Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovada pela ONU, em 1948, consagrou no plano mundial um conjunto de valores essenciais que servem simultaneamente de ideal à acção humana e de critério para definir o enquadramento legal dentro do qual os Estados podem legislar, julgar e actuar.  Estes valores são assumidos como universais, fruto de um acordo intersubjectivo. Neste sentido, apesar da diversidade das culturas e das sociedades, esta diversidade não pode ir contra estes valores. A Declaração serve não apenas para julgar as acções humanas, mas também para avaliar e julgar a acção dos diferentes Estados em relação aos seus cidadãos, configurando também um modelo de uma sociedade global, livre e democrática.  Entre os valores da Declaração destacamos os seguintes: – a Pessoa como um valor em si, a Dignidade Humana, a Liberdade, a Igualdade, e a Fraternidade.

3. Os valores são fruto de um consenso intersubjectivo.

Podemos concluir que os valores não são objectivos (no sentido de propriedades de objectos) nem subjectivos no sentido de variáveis e aceitáveis consoante os sujeitos que os formulam, mas intersubjectivos. Há valores que resistem ao espaço e ao tempo e que constituem fundamentos sólidos para as nossas acções. De facto, há consenso universal sobre valores essenciais para a humanidade integralmente considerada.

 

 

 

I. Faça corresponder os espaços numerados com as alíneas de modo a formar afirmações verdadeiras:

 

 

O mal é um valor _______1______.

A beleza é um valor _____2_______.

A saúde é um valor ______3_______.

O sagrado é um valor ____ 4________.

A habilidade é um valor ___5_______.

 

a) religioso; b) útil; c) moral; d) estético; e) vital.

 

 

II. Das questões que se seguem escolha a alínea que melhor responde ao problema:

 

1. Valorar é:

a) Retirar sentido à realidade.

b) Atribuir um sentido aos objectos que eles já contêm previamente em si.

c) Conferir um horizonte de sentido à existência humana.

 

2. Dado o seu carácter hierárquico:

a) Os valores estão dispostos de uma forma única válida para todos os homens.

b) Cada pessoa estabelece para si própria uma dada escala de valores.

c) Os valores espirituais podem estar satisfeitos independentemente dos valores vitais.

 

3. Valores são:

a) Os títulos da Bolsa de Valores de Lisboa.

b) Relações entre coisas.

b) Tudo aquilo a que atribuímos importância.

Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Exemplo de como preencher a Ficha de Objectivos Individuais de Avaliação do Docente para a ADD (Avaliação de Desempenho de Docentes)

February 12th, 2009

Nota:

Muitos colegas, tal como eu estão a ter dificuldades em como preencher a Ficha de Objectivos Individuais de Avaliação do Docente. Por isso deixo aqui este exemplo de preenchimento dessa mesma ficha. Gostaria de afirmar que sou contra esta avaliação (participei activamente nas manifestações e greves), mas devido a ser professora contratada em início de carreira e ainda me encontrar no período probatório e não ter uma graduação profissional tão elevada quanto os meus restantes colegas, por isso não me posso dar ao luxo de desperdiçar o pouco tempo de serviço que estou a fazer como consequência da punição ameaçada da não apresentação da Ficha de Objectivos Individuais de Avaliação do Docente. Pois encontro na situação de só ter meio horário e quero ser professora (meu sonho sonho de infância) e investi toda a minha vida neste projecto, o qual consegui alcançar com tanto sacrifício.

Este exemplo de preenchimento da Ficha de Objectivos Individuais de Avaliação do Docente, é só um exemplo e nada mais que isso, no entanto tomei posições de resistência à avaliação exagerando no numero de objectivos e extensão do texto e irei pedir um avaliador externo para que o sistema de avaliação colapse e dê mais custos que proveitos ao ministério da educação (ter em atenção que os avaliadores recebem horas extra-ordinárias, e suspeito que não exista verba para pagar a todos os avaliadores externos assim como irá criar dificuldades logísticas às escolas). Aliás é minha opinião que se os sindicatos tivessem seguido esta via de protesto, a avaliação nunca aconteceria, pois a máquina iria “empenar” com o nosso excesso de zelo. O sistema tem a força da lei, mas internamente não tem os necessários meios para a executar, o que lhe dá uma fragilidade fácil de ser explorada.

Exemplo:

Objectivo da Escola:

a) Item: Melhorar os resultados escolares dos alunos;

 

Objectivo Individual do Docente:

Pretendo baixar o insucesso presente nas turmas a que lecciono em cerca de 50%. O ano passado, leccionei em quatro turmas, num total de 100 alunos. Tive 10 alunos com insucesso escolar na minha disciplina. Este ano mantenho 4 turmas. Tenho com objectivo reduzir para um máximo de 5 o número total de alunos com insucesso nas minhas turmas. O objectivo parece-me extremamente ambicioso, mas exequível: baixar a taxa de insucesso nas minhas turmas para 5 %.

(Caso não tenham sido o professor das turmas a que leccionam neste momento e/ou não concordem com este item da avaliação como eu, ponham assim:) Ter uma taxa de insucesso escolar inferior à média da escola. (a “média” é suficientemente vago para confundir os vossos avaliadores).

Pretendo atingir este objectivo recorrendo a diversas estratégias, centrando o processo de ensino em tarefas significativas para os alunos e que exigem o trabalho em pequenos grupos ligeiramente heterogéneos para fomentar o gosto pelo trabalho em equipa. Além disso, pretendo também melhorar as aprendizagens e os conhecimentos dos alunos, bem como desenvolver competências, no sentido de melhorar os resultados que os alunos apresentaram no início ao ano lectivo. Ou seja, o meu objectivo não é apenas melhorar estatisticamente os resultados escolares, mas levar a que esses resultados traduzam uma verdadeira evolução do nível das aprendizagens e das competências que se irão traduzir em melhores resultados nos exames nacionais dos alunos a quem lecciono a minha disciplina em relação aos anos anteriores. (Esta parte pode ser retirada, se derem aulas ao 12º ano caso não concordem com este item de avaliação).

 

Como métodos de ensino, procurarei privilegiar a aprendizagem cooperativa, o ensino interactivo e o ensino tutorial que promova um fluxo horizontal de conhecimentos, que promova uma interacção harmoniosa baseada no respeito mútuo e diálogo entre os alunos e o professor, essenciais para o cumprimento dos objectivos propostos.

Pretendo adoptar para combater a diagnosticada falta de hábitos de pesquisa e leitura nos aluno, a realização de fichas formativas, no intuito de descentralizar a aula da figura imponente do professor, auxiliando os alunos na produção de textos e corrigindo os trabalhos produzidos, com introdução de sugestões, da mobilização das experiências dos alunos, da esquematização de conceitos, da ilustração simbólica através de obras de arte e materiais pedagógicos em formato multimédia usadas nas aulas. Esta preocupação com a organização das aulas, procura de um discurso claro, coerente de complexidade gradual, fundamentado e estruturado estará materializado em planificações, as quais serão facultadas aos alunos afim de lhes auxiliar o estudo, orientado os mesmos para itens mais importantes da matéria dada nas aulas.

 

Tendo em consideração os estilos cognitivos e a personalidade dos meus alunos e dado o facto de terem sido meus alunos no ano lectivo anterior, é minha convicção que uma abordagem eclética que reúna o que de melhor têm as metodologias construtivistas e as metodologias comportamentalistas será a forma mais eficaz de fomentar a melhoria do desempenho dos meus alunos. Em vez de aulas expositivas, irei favorecer a utilização de métodos que promovam o trabalho independente, as aprendizagens por descoberta activa orientada, os debates e o estudo de casos.

 

Irei adaptar, dentro do possível os conteúdos do Programa da minha disciplina ao nível social e cultural dos alunos, recorrendo fortemente à componente prática e uso de esquemas, exemplos, apontamentos concisos, bem como exercícios de fácil compreensão e memorização. Quando achar conveniente, irei pôr em prática metodologias de tipo directivo, nomeadamente quando se tornar necessário reforçar aprendizagens, atitudes e rotinas positivas ou corrigir determinados erros e comportamentos negativos. Todos estes métodos serão acompanhados de uma forte e frequente utilização de novas tecnologias da informação (internet), promovendo, simultaneamente, competências de pesquisa e de processamento da informação.

 

A avaliação formativa permitirá ir identificando e aferindo as dificuldades e tudo aquilo que possa correr menos bem, sempre tendo como objectivo introduzir as correcções e alterações necessárias no processo de ensino e aprendizagem ao longo do ano. Irei trabalhar com vista ao desenvolvimento de competências e métodos de estudo no aluno, incutindo o sentido de responsabilidade e auto-disciplina, tendo como objectivo superior, o sucesso e a promoção da auto-confiança, recorrendo à empatia e ao reforço positivo como formas de elevar as expectativas dos alunos, dando especial atenção aos alunos com mais dificuldades e desmotivados. Irei tentar cooperar e interagir com a equipa de psicólogos da escola afim de analisarmos os casos mais difíceis de desmotivação e tentarmos assim desenvolver uma estratégia a 3 para ultrapassar eventuais problemas psicológicos dos alunos que possam bloquear a sua motivação e sucesso escolar.

 

 

Objectivo da Escola:

b) Item: A reduzir o abandono escolar;

 Objectivo Individual do Docente:

Opção vaga: No que concerne à prevenção e redução do abandono escolar, o meu objectivo é atingir um valor inferior à média da escola.

Opção específica:

O meu objectivo apesar de ser ambicioso parece-me exequível: reduzir a taxa de abandono de tal forma que não mais de que 1 aluno por turma abandone a escola. Como tenho 4 turmas, isso significa ser capaz de manter na escola pelo menos 96 dos meus 100 alunos.

 

A minha estratégia para manter esses alunos na escola é através de frequentes contactos com os pais e encarregados de educação, sobretudo usando meios informais e alternativos, como o telemóvel, o e-mail, MSN e o SMS e claro através de reuniões previamente agendadas. Com o recurso a essa comunicação informal, irei tentar consciencializar os pais para a vital importância de manterem os filhos na escola, assim como também trabalhar em estreita cooperação com a equipa de psicólogos da escola para motivarmos e alertamos os pais para a necessidade de estudar por parte dos seus filhos. Além disso, estabelecerei contactos com os serviços de apoio social e da segurança social local com o objectivo de procurar apoios adicionais para as famílias dos alunos em risco de abandono escolar. Tenciono, ainda, promover a visita à escola de pais e figuras públicas conhecidas de origem humilde bem sucedidos académica e profissionalmente, com o objectivo de conversarem com os alunos sobre a importância que a escola tem na promoção da mobilidade social e assim os motivar a prosseguirem os seus estudos.

 

 

Objectivo da Escola:

c) Item: A prestação de apoio à aprendizagem dos alunos incluindo aqueles com dificuldades de aprendizagem;

Objectivo Individual do Docente:

Comprometo-me a dar apoio a todos os alunos, tendo em conta as dificuldades de aprendizagem detectadas, quer gerais quer particulares. Usarei as seguintes estratégias: ensino cooperativo, colocando por exemplo os alunos mais adiantados na aquisição de conhecimentos e que demonstrem melhor compreensão da matéria dada, a apoiarem os que têm mais dificuldades; ensino tutorial, com apoio individualizado sempre que possível. A utilização de novas tecnologias da informação e de materiais em suporte multimédia, e a realização de tarefas realmente significativas que irão permitir o aumento dos níveis de motivação dos meus alunos. Tenciono criar um blogue que irá funcionar como um centro de apoio e de recursos para os meus alunos. Nesse blogue, os alunos irão encontrar respostas a dúvidas, fichas de trabalho, materiais de aprendizagem, links de sites com conteúdos extra sobre a matéria dada e de apoio ao seu estudo, e testes resolvidos. Irei também disponibilizar-me para dar um mínimo de 2 aulas extra horário de esclarecimento de dúvidas e de explicação individual antes dos testes ou exames por período por turma, num ambiente informal, assim como estarei disponível para dar apoio através de ensino à distância (e-mail e MSN) aos meus formandos EFA, visto os seus cursos serem de acompanhamento pessoal e individualizado e muitos dos formandos estarem já inseridos no mercado de trabalho e por isso terem menos disponibilidade para terem aulas físicas extra. No entanto no final do ano lectivo, na altura em que estes terão que concluir e entregar os seus portefólios de validação de competências e irei dar-lhes aulas extra horário físicas para que possam entregar esses mesmos portefólios e assim alcançarem os seus objectivos, que são conseguirem concluir os seus cursos EFA no período de tempo previsto e sem atrasos.

 

Objectivo da Escola:

d) Item: Fomentar a participação nas estruturas de orientação educativa e dos órgãos de gestão do agrupamento ou escola não agrupada (gestão e gestão intermédia);

Objectivo Individual do Docente:

Tenciono participar em todas as reuniões de grupo, departamento e em todos os conselhos de turma de que faço parte, assim como em todas as outras reuniões para que seja convocada, cumprindo com as minhas obrigações e não me escusando a realizar as tarefas que me sejam atribuídas. Terei o cuidado de organizar e manter actualizado o dossier da turma de que sou directora e de realizar reuniões com os pais, com periodicidade regular e a horas que lhes sejam mais convenientes. Manterei actualizados os endereços electrónicos e números de telefone dos meus colegas de grupo, departamento, bem como dos colegas de outros departamentos que fazem parte dos meus conselhos de turma, através da criação de uma agenda, com o objectivo de fomentar uma comunicação interpessoal e informal, rápida e eficiente.

 

Objectivo da Escola:

e) Item: Promover a relação com a comunidade (comunidade educativa e não externa à escola);

Objectivo Individual do Docente: 

No que diz respeito às relações com os pais e encarregados de educação dos meus alunos, procurarei marcar as reuniões a horas convenientes para que possam estar presente o máximo número e irei desenvolver um processo de comunicação informal que incluirá o e-mail, SMS e o telefone. Nos casos mais difíceis, irei estar disponível para, em colaboração com a equipa de psicólogos escolares, fazer a educação dos pais e ajudar os pais a procurar apoios sociais na comunidade. Sempre que for necessário irei concertar posições com os responsáveis da autarquia local, manifestarei a minha disponibilidade para tal, estabelecendo os contactos necessários por e-mail e telefone.

 

Objectivo da Escola:

f) Item: Frequência de formação contínua adequada ao cumprimento de um plano individual de desenvolvimento profissional do docente;

Objectivo Individual do Docente:

Procurarei fazer pelo menos uma acção de formação formal por ano. Para além disso, participarei em colóquios e congressos sobre temas de pedagogia e didáctica e sobre Formação e Educação de Adultos sempre que me for possível. Assinarei pelo menos uma revista de temática pedagógica e didáctica, assim como tentarei comprar livros sobre este tema e temas relacionados com as necessidades escolares dos meus alunos e formandos e organizarei espaços e fóruns de discussão em torno de artigos publicados nessas revistas e dos temas dos livros que julgue pertinentes para a escola, meu departamento e grupo. Esses fóruns irão juntar os colegas da escola, departamento e grupo numa lógica de voluntariado. Irei participar em grupos informais na internet de formadores EFA afim de partilhar experiências e discutir temas e métodos de melhoria de apoio à formação dos meus formandos. Também irei, se possível a almoços ou jantares de formadores EFA a fim de promover a partilha de experiências e troca de impressões sobre a Formação EFA de maneira que possa conhecer novas perspectivas de leccionar EFA.

 

(Nota: O nosso blogue encontra-se disponível para passar “certificados” de participação no mesmo a todas as pessoas que nos enviem materiais de formação EFA para posterior divulgação no nosso blog. Caso queiram nos contactar usem o seguinte e-mail: efanovasoportunidades@gmail.com.)

 

Objectivo da Escola:

g) Item: Participação e dinamização de projectos curriculares e extracurriculares (Actividades constantes e não constantes no Plano Anual de Actividades);

Objectivo Individual do Docente: 

Integrarei o projecto “Aprender a estudar”, que junta professores de escolas dos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e do ensino secundário do meu agrupamento de escolas, e farei parte da equipa que edita o jornal da escola e os blogues das turmas a que lecciono.

Continuarei a dar vida ao projecto de correspondência interescolar com alunos de escolas de Timor, Moçambique, Angola e Cabo Verde, através de um blogue que foi criado para o efeito.

Darei o meu contributo como editora para manter actualizada a website do agrupamento de escolas. Contribuirei, na medida das minhas capacidades, ajudar a criar o evento anual, “Escola e a Comunidade”.

Irei continuar a minha participação no Blogue Novasoportunidades.eu de maneira a partilhar os meus materiais didácticos e trocar experiencias com toda a comunidade de formadores que lecciona cursos EFA em Portugal.

Irei criar actividades em que pedirei para que os pais dos alunos participem, dando por exemplo o seu testemunho sobre determinado tema para posterior trabalho de grupo na sala de aula, de maneira a envolver activamente no dia-a-dia os pais nas actividades escolares combatendo assim a distância psicológica existente em muitos pais em relação à escola.

Irei organizar e divulgar a semana da minha disciplina, assim como da área de competência-chave do Curso EFA que lecciono, na qual os meus alunos e formandos terão uma participação activa mediante a apresentação de trabalhos com recurso a desenhos, fotos, trabalhos, meios audiovisuais sobre a disciplina. Actividades que procuram ter a capacidade de se debruçar sobre problemas actuais do nosso mundo.

(Exemplos: os professores de geografia elaborarem cartazes de como poupar água. Os de físico-química de ensinarem a poupar energia. Os de filosofia ensinarem os direitos das pessoas como cidadãos, assim como alertar para as falácias que a publicidade usa para induzir compras desnecessárias e não as mais económicas por parte do consumidor.)

 

Estas actividades terão como fim alertar a comunidade social em que se insere o meu estabelecimento de ensino para a vital importância da escola, tendo como objectivo motivar a as pessoas a manter os filhos a estudar, e divulgar o que são os cursos EFA para incentivar os membros da comunidade a inscreverem-se nos mesmos e assim melhorarem as suas qualificações, competências e cultura. As quais lhes poderão abrir novas oportunidades de empregabilidade e assim aumentar o seu nível social e económico, aumentado também por consequência o nível intelectual e cultural dos pais, que como se sabe é uma das maiores fontes de estimulo por via do exemplo para que os seus filhos alcancem melhores resultados escolares e por isso prevenindo-se a médio e longo prazo o abandono escolar.

Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Cidadania e Profissionalidade – UC1 Núcleo Gerador: Direitos e Deveres (Programa Novas Oportunidades) DR4 – Contexto macro-estrutural – Tema: Direitos, deveres e contextos globais. Questionário sobre o Filme: “Uma verdade inconveniente”

January 8th, 2009

Cursos EFA – Educação e Formação de Adultos – Nível Secundário

NOME: ___________________________________________

DATA: ______________

 

Área de Competência: Cidadania e Profissionalidade

Unidade de Competência 1 Núcleo Gerador: Direitos e Deveres

DR4 (Contexto macro-estrutural)

TEMA: Direitos, deveres e contextos globais

 

“Uma verdade inconveniente, a crise do aquecimento global”, por Al Gore é um documentário bem fundamentado acerca das ameaças e perigos a que humanidade está sujeita, devido à desregulação dos ciclos naturais do carbono, que afectam os ecossistemas terrestres, por via da queima de combustíveis fósseis e, por consequência, pela libertação de dióxido de carbono (CO2). O filme ensina-nos a evitar estas perdas desnecessárias de CO2 em prol do equilíbrio dos nossos ecossistemas.

 

Questionário para visionamento de documentário

Questão 1:

Qual o nome do principal narrador e qual o cargo político de maior relevância que já desempenhou?

 

Questão 2:

Qual é o tema do documentário?

 

Questão 3:

Segundo o documentário visionado, o que irá acontecer no Planeta Terra se não forem tomadas as medidas adequadas?

 

Questão 4:

Relacione a temática dos direitos humanos com a necessidade de proteger as gerações futuras e manter a sustentabilidade do planeta Terra.

 

Questão 5:

Apresente sugestões políticas e individuais para minorar os problemas descritos no documentário.

Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Cidadania e Empregabilidade – segunda ficha de trabalho sobre a organização política dos Estados Democráticos

September 24th, 2008

 

Curso de Educação e Formação de Adultos (EFA Nível Básico)

Modalidades de desenvolvimento: Educação e Formação de Adultos – Tipologias de nível básico, Formação Base

Referencial de Formação: Formação de Base

Formação de Base – Unidades de Competência

CE – Cidadania e Empregabilidade (área considerada transversal face às outras áreas de formação dos Cursos EFA Nível Básico: Linguagem e Comunicação, Tecnologias de Informação e Comunicação, Matemática para a Vida)

Tema: Organização política dos estados democráticos

 

 

O conceito moderno de cidadania

 

O conceito moderno de cidadania surge por contraste com o absolutismo monárquico, ou seja, contra a concepção de que uma autoridade (geralmente um monarca) é o representante de Deus na Terra e de que o poder deve ser absoluto e concentrado numa só pessoa. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) contém os fundamentos do actual significado dos direitos e garantias basilares dos cidadãos. Assim, logo no primeiro artigo deste documento é-nos dito que “os homens nascem e são livres e iguais em direitos” e o segundo artigo refere-se a esses direitos: “a finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão”. Portanto, o Estado soberano salvaguarda os direitos fundamentais dos cidadãos e coloca o poder ao serviço dos interesses do povo como é referido no 3º artigo da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão “o princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente”; ou ainda no artigo 6: “a lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos”

 

O conceito de Estado de Direito como condição essencial do Estado Democrático

 

“Numa democracia representativa realizam-se eleições nas quais os eleitores seleccionam os seus representantes preferidos. Estes representantes participam então no processo quotidiano de decisão (…).

          (…) Ter eleições frequentes é uma garantia contra o abuso de poder: os representantes que não respeitarem os desejos do eleitorado têm poucas probabilidades de ser reeleitos.” 

 Warburton, Elementos Básicos de Filosofia.

 

I – Das questões que se seguem escolha a alínea que melhor responde ao problema:

 

1. A necessidade da política surge a partir:

a)    Da irracionalidade humana;

b)    Da falta de melhores armas de defesa;

c)    Da incapacidade humana para reconhecer as normas morais;

d)    Dos conflitos de interesses próprios da vida em sociedade.

 

2. O Estado de Direito é um Estado que:

a)    Visa representar a vontade dos cidadãos com direito ao voto;

b)    Se preocupa fundamentalmente em punir os cidadãos que não respeitam as leis;

c)     Está subordinado à promoção da segurança e das liberdades fundamentais;

d)    Visa aniquilar gradualmente a liberdade dos cidadãos numa tentativa de pacificar a sociedade.

 

Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati

Cidadania e Empregabilidade – Ficha de trabalho sobre organização política dos Estados Democráticos

September 22nd, 2008

Curso de Educação e Formação de Adultos (EFA Nível Básico)

Modalidades de desenvolvimento: Educação e Formação de Adultos – Tipologias de nível básico, Formação Base

Referencial de Formação: Formação de Base

Formação de Base – Unidades de Competência

CE – Cidadania e Empregabilidade (área considerada transversal face às outras áreas de formação dos Cursos EFA Nível Básico: Linguagem e Comunicação, Tecnologias de Informação e Comunicação, Matemática para a Vida)

Tema: Organização política dos Estados Democráticos

“A cidadania é um atributo de todos os membros de uma sociedade, conferindo-lhes direitos e deveres de participação na vida pública. (…) Uma vez que o estatuto da cidadania depende das leis fundamentais de cada Estado, apresentar uma definição de cidadania e atribuir-lhe um significado implica atribuir um significado ao Estado”

 HENRIQUES M., REIS J., LOJA L., 2006, Educação para a Cidadania – Saber & Inovar, Lisboa, Plátano Editora.

 

 O conceito de Estado de Direito como condição essencial do Estado Democrático

 “As condições indispensáveis para que haja um Estado de Direito são, no mínimo, estas:

          – Império da lei como expressão da vontade geral (…)

          – Separação dos poderes legislativo, executivo e judicial (…)

          – Garantia e protecção dos direitos e liberdades fundamentais; direito à vida, à segurança, à liberdade de associação política; de circulação, de culto, etc.”

Dias, E., Estado de Direito e Sociedade Democrática.

 Exercício

I – Distinga as afirmações que são inspiradas na concepção de um Estado de Direito e as que são inspiradas noutras concepções de Estado.

  • a. “Ninguém está acima da lei.”
  • b. “O Estado é um mal necessário. Os seus poderes não devem ser expandidos para além do estritamente necessário.”
  • c. “O Estado sou eu.”
  • d. “Tudo pelo Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado.”
  • e. “O povo é soberano na escolha dos seus representantes.”
  • f. “Como fui eleito democraticamente, sou eu que determino as leis.”
  • g. “A concentração de poderes é uma condição essencial para a manutenção do poder.”
Share and Enjoy:
  • Google Bookmarks
  • Technorati